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Mostrando postagens de Fevereiro, 2008

Memento mori.

Adeus
Upload feito originalmente por conras Uma vez escrevi aqui sobre a minha morte - algumas pessoas ficaram um pouco assustadas com isso - e expliquei que ali eu falava mais sobre a vida do que sobre o término dela. O ponto final de uma poesia, que sempre tem que acabar.

Existem algumas expressões que sempre vêem a minha cabeça. A primeira é o título desse post. "Memento mori". Uma expressão em latim que significa: "Lembra-te que és mortal". Um aviso, aos esquecidos, que um dia, finalmente você vai morrer - se tiver sorte. A outra expressão eu ouvi em um filme que assistia com meu pai, há algum tempo. Se não me engano era um western onde dois caras tentavam proteger sua terra, e durante uma ameaça um diz ao outro "Live free, die well", que significa "Viva livre, morra bem", ou então uma de Oscar Wilde diz que
"viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existem".

Essas frases falam sobre a vida, apesar de mencionar…

Aqui começa meu 27º ano...

Aqui começa meu 27º ano...,
upload feito originalmente por conras. Seis horas da manhã de uma terça feira. Décimo segundo dia do mês de Fevereiro do ano de 2.008. Pela janela o céu arde sobre a Avenida Paulista que, de longe, parece estática. Tudo está exatamente como a manhã seguinte, que eu, por estar dormindo, nem percebi. Existe algo diferente nessa manhã, mas imperceptível para uma grande parte do mundo. Para um grande número, mas ainda insignificante, de pessoas, ela é a primeira manhã de um novo ciclo de ano ... a primeira onde muita coisa passou e muita coisa vai mudar. Onde uma parte do ciclo da vida se fechou e outra começou.
Não importa muito o que vai acontecer nessa terça em especial, mas sim o que vão acontecer nos 364 dias seguintes, até a próxima reflexão.

E nessa madrugada eu fiz uma promessa.

04m59s

Nunca desista de lutar pela vida e por seus sonhos, saiba que você é muito mais do que seu passado e suas escolhas erradas.

Sr. Otimista.

Sr. Otimista(Conrado Brocco Tramontini)

Logo que passou pela entrada do clube, teve a impressão de assitir a sua vida no holograma que projetava imagens logo acima de sua cabeça. Os tons pastéis, melancôlicos, se misturavam com a sensação de que sua vida estava viranda de cabeça para baixo num ritmo desenfreado. “Um belo de um idiota” pensou ele, sobre como se sentia ... “uma sucessão de fracassos”.Os minutos eram marcados a cada 100 batidas do drum n’bossa de “Vou festejar” que vazava das picapes. Ensaiou por duas vezes o refrão, acompanhando alucinado a psicodelia incessante dos lasers dos hologramas ao lado do palco e no amarelo vivo das cores dos paineis de nêon. Reparou na morena que o fitava no fundo da pista e se afastou por causa das lembranças. Engoliu outro speed. O terceiro desde que saiu de casa.Olhou em volta procurando o bar. Reparou em todos aqueles nêons e luminosos, reparou nas garotas dançando despreocupadas, mergulhadas na luz vermelha embaixo do gigantesco “M” da Ma…